Aplicativos de celular auxiliam na mobilidade urbana

A tecnologia está muito presente no nosso dia a dia. Se olharmos para uns anos atrás, no início da década de 2010, muitas coisas ainda não eram tão ativas como hoje, por exemplo, fazer vídeo chamada pelo celular em tempo real parecia ser algo de uma tecnologia muito avançada. Resolver coisas de banco, somente indo até um e enfrentando as filas gigantescas no início do mês. Agora tudo está, literalmente, na palma das nossas mãos. Nada como a leitura da vida que as ciganas podem ver, nosso próprio celular é um mundo enorme compactado dentro de metal e vidro.

Os moradores do bairro da Tijuca já aproveitam há um bom tempo as boas regalias que um app pode trazer para todo cidadão. As bicicletas do banco já está nas ruas do bairro, em breve, muito provavelmente chegarão os famosos patinetes que por enquanto estão apenas na zona sul da cidade. Paralelo a isso, temos diversos aplicativos a nossa disposição também para pedir comida, um clássico da tecnologia contemporânea.

Fazer esses aplicativos não é uma tarefa fácil, o Gabriel Hammes, 22 anos, estudante do curso de Engenharia de Produção da Universidade Veiga de Almeida, nos contou que para colocar um desses em prática leva por volta de três a quatro meses, dependendo da função de cada um. Ao criar um app, é preciso ter um público alvo. “Normalmente quando criamos um app, a gente pensa em uma persona. Você pega um problema e vai pegando características de pessoas que você acha que vão usar aquele aplicativo”, diz ele.

São etapas bem elaboradas, desde um protótipo bem básico sendo um breve rascunho, após isso é entregue a uma pessoa para que ela possa testar e com isso ir moldando até chegar no resultado final. É preciso ser prático para usar, pois segundo Gabriel, quando as funcionalidades são difíceis, o público costuma desistir de utilizar, perdendo toda a visibilidade. Isso se aplica a pessoas da terceira idade, comumente sendo ingressadas ao mundo da tecnologia.

A professora do curso de Tecnologia da Informação da Universidade Veiga de Almeida, Camilla Lobo, reforça que o objetivo da tecnologia é ajudar na mobilidade urbana. “O objetivo é ser um instrumento de inovação social, ou seja, a tecnologia é um meio de se gerar e potencializar a inovação na vida das pessoas”, afirma ela. Quando há uma abordagem que envolva as necessidades sociais, gera um valor maior. “Esse aplicativo tem valor e por ter valor impacta de forma positiva a vida das pessoas, por exemplo, o Uber, WhatsApp, entre outros”, diz a professora.

Por Barbara Mercedes, Julia Dias e Soraia Corrêa (Oficina Multimídia em Jornalismo)

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