MN debate os rumos da ciência com Alexander Kellner na próxima terça

O diretor do Museu Nacional Alexander Kellner participa do “Museu Nacional Live” que, nesta edição, traz como tema “Gestão de uma instituição de ciência e pesquisa em tempos de pandemia”

Diretor do Museu Nacional, Kellner também falará sobre os desafios que Museu Nacional tem enfrentado (Foto: Divulgação)

Entre muitas lives de músicas também acontecem diversos encontros com foco acadêmico. Várias instituições abrem discussões que buscam ampliar o conhecimento científico e discutir os rumos da pesquisa no Brasil. Sob o tema “Gestão de instituição de ciência e pesquisa em tempos de pandemia”, o Museu Nacional promove um debate com o diretor Alexander Kellner esta terça (28/4), às 11h, no Instagram @museunacional1818, sobre os desafios que o MN tem enfrentado para dar continuidade às atividades, e também abordar temas relevantes para o futuro do Museu.

A live é uma tentativa de aproximar as pessoas da instituição e mostrar como estão as ações de reconstrução e os caminhos tomados para superar os problemas agravados com o incêndio de 2018 e a pandemia do coronavírus. Kellner acredita que a reconstrução do Museu Nacional será um dos grandes temas no meio científico e cultural após o controle da doença. “Em termos científicos e culturais, o Museu Nacional certamente terá prioridade no nosso país”, afirma.

O diretor do Museu Nacional tem interesse em saber o que a população deseja saber a respeito da instituição. Por isso, ele irá responder a todas as perguntas que forem enviadas durante a transmissão do debate. “Eu gostaria de deixar claro que as pessoas podem perguntar o que elas quiserem a respeito da instituição ou das situações que se passaram nos últimos anos”.

A participação do público não só é esperada como essencial para o debate: é uma forma de aproximar as pessoas de instituições científicas. “Essa interação dá a possibilidade de dar o sentimento de pertencimento às pessoas, para que elas entendam que essas instituições científicas públicas pertencem a elas e não um grupo de pessoas. Nós trabalhamos nelas por um tempo, vamos embora e elas continuam existindo”, esclarece Kellner.

Ele ainda explica que o Museu Nacional está se adaptando a uma nova realidade: divulgação por meio de uma live. “Era algo que ninguém fazia. É a primeira vez que vou fazer uma e estou muito entusiasmo com essa nova experiência. Espero que tenha uma grande participação”.

Para participar do “Museu Nacional Live”, acesse o perfil do MN no Instagram @museunacional1818, esta terça às 11h e clique o “ao vivo”, envie suas perguntas por meio do chat.

Por Letícia Montilla (Oficina Multimídia em Jornalismo)

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