Preocupação em dobro: em meio à pandemia, atenção às alergias respiratórias

As doenças ligadas ao sistema respiratório estão no cotidiano das pessoas que vivem em grandes cidades como a do Rio de Janeiro, e os fatores externos ajudam a propagação dessas complicações como o alto índice de poluição do ar e as mudanças repentinas do clima na qual as pessoas com alergias sofrem. O clima seco também atrapalha bastante pois a irritação nas vias aéreas é um grande complicador. Os cuidados devem sempre estar em dia, ainda mais no momento em que estamos vivendo em meio a uma pandemia.

         A estudante, Lilian Santos sofre com alergias que são acionadas por vários motivos, um deles é a mudança de tempo. “A minha alergia ataca quando sinto cheiro forte de perfume, então preciso usar um perfume específico que seja mais fraquinho. Não posso ficar em lugar muito empoeirado que logo aparece a rinite e além disso, tenho sinusite, então mudança de tempo sempre me derruba.”

 Mesmo indo ao médico e tomando alguns remédios manipulados, Lilian toma alguns cuidados frequentes, como a ingestão de chás, para que o sistema imunológico se fortaleça e o corpo não sofra tanto com os fatores externos. Porém. além dos métodos convencionais, há outras alternativas para amenizar essas doenças respiratórias. 

O fisioterapeuta e terapeuta integrativo, Eric Flor Francisco, usa os ensinamentos da medicina oriental para prevenir que essa energia negativa invada o corpo. Ele explica que alguns hábitos que podem facilitar essa entrada, como andar descalço, pegar chuva e ficar com as costas expostas.  “Porque isso é um facilitador dessa invasão, dessa energia maléfica, e isso faz com que órgãos como o pulmão trabalhem de uma forma diferente; e outros, que ajudam no processo de gerenciamento da umidade, fiquem sobrecarregados. Essa sobrecarga faz com que a gente tenha uma hipoatividade ou uma flexibilização dessa barreira imunológica”.

Flor Francisco explica que a linha integrativa oriental utiliza muito a agulha, a técnica da acupuntura e a moxabustão, que é feito com a queima de um bastão de incenso de Artemísia. Além de o cheiro ser muito característico, o calor seco vai fazer com que o paciente tenha um processo de expurgar o frio seco de uma forma mais cuidadosa. Porém, ele dá dicas também de cuidados que são feitos em casa mesmo. “Efetivamente no inverno, o que a gente sempre orienta para pessoas que tem essas rinites é escalda pés. Eu acho que é de grande valia, e se você puder utilizar ainda alguma erva como hortelã, mas principalmente eucalipto, uma erva bem curativa, melhor”.          

Além dessas dicas, o terapeuta faz uma ressalva ao lembrar que o processo integrativo entra auxiliando as abordagens da medicina convencional que cada pessoa busca. Segundo ele, é todo um conjunto medicinal para fortalecer o sistema imunológico. 

Por Igor Villas Boas, Lucas Bacil e Mylena Santos (Oficina Multimídia em Jornalismo)

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